Loreena McKennitt - Dante's Prayer

quarta-feira, janeiro 26, 2005

Romântico qb


Caro João Tunes,

Creio que a sua Água Lisa (17 de Janeiro de 2005) estará um pouco turva, tais os dislates emanados das suas ondas de provocação, reveladoras de um estado de espírito de um órfão político.

Na minha adolescência fui escuteiro e usei aquelas vestes ridículas, como refere no seu texto, participei em fogos de campo e outras actividades próprias daquela organização juvenil, no meu caso, o CNE – Corpo Nacional de Escutas, de inspiração católica. Enfim, fui “palerma” durante alguns anos. Mas sabe em que é que descambou a palermice? Foi a de começar a adquirir consciência cívica, ainda na adolescência e a iniciar a minha Luta contra o nazi-fascismo, tendo ainda, com dezanove anos de idade, pago o preço da minha juvenil ousadia.

Sempre prossegui os meus ideais, com olhos bem abertos, não permitindo a imposição de quaisquer catecismos. Dizendo, olhos nos olhos em “sede própria” o que entendia que devia dizer. Nunca ninguém me mandou calar, nem eu por um só momento o permitiria.

Não, caro João, eu nunca fugi da Luta, nem nunca me passaria pela cabeça uma regressão ao primitivismo. Sou romântico quanto baste. Nunca o meu romantismo foi um óbice, antes pelo contrário, sempre segui em frente, alheio às consequências, a minha Luta contra o obscurantismo, enquanto outros, revolucionários de tertúlias de Café, iam ficando pelo caminho, dissertando sobre o “sexo dos anjos”.

Como um dos principais impulsionadores do Apelo para a Humanidade, digo-lhe, caro João, que eu nunca assediei (no sentido literal do termo) ninguém para o subscrever. Limitei-me, tal como os meus dois outros companheiros, a divulgar o texto por algumas pessoas da nossa Lista de Endereços e nos comentários que fazíamos em alguns Blogues. Não passe um atestado de carneiristas a todas as pessoas que subscreveram e continuam a subscrever o nosso Apelo.

Sobre reaccionarismo, a minha praxis e a dos que me acompanham têm a devida resposta.

Fraternas Saudações,



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domingo, janeiro 23, 2005

Primeiro Balanço do Apelo para a Humanidade

Ao fim de uma semana de vários Blogues terem publicado quase em simultâneo o Apelo para a Humanidade, considero ser este o momento oportuno de fazer um primeiro balanço desta iniciativa, resultante de uma conversa entre o autor destas linhas e a Lualil do Traduzir-se, a que se juntou o Albino do outravoz, para a elaboração e difusão daquele texto, para que fosse subscrito pelo maior número de pessoas, independentemente de terem um Blog e que fosse publicado, de preferencia em simultâneo, pelos vários Blogues aderentes.

O nosso objectivo foi parcialmente atingido. Lacunas, verificaram-se algumas. O nosso entusiasmo e a nossa ansiedade eram enormes. E como devem calcular a tarefa a que metemos ombros não foi fácil. Houve que descobrir dentro da Blogoesfera quem fizesse traduções para quatro dos idiomas que considerámos dos mais expressivos e importantes, pelo número de pessoas que os falam no seu dia-a-dia. É evidente que no extremo-oriente onde vive grande parte da população mundial, seria muito complicado por exemplo, encontramos alguém que nos traduzisse o texto para mandarim, um dos principais idiomas falados na China. Assim, considerámos que sendo a Blogoesfera uma global sociedade virtual, o nosso Apelo encontraria e encontrará certamente quem tome a iniciativa de o traduzir para a sua língua nativa.

O Albino, além de ter redigido parte substancial do texto foi o tradutor para a língua inglesa. A Micas do A Coisa da Micas, foi a responsável pela versão em alemão. A Carmem Lúcia Vilanova do Eu sei que vou te amar, do idioma castelhano. Finalmente, a Elvira do Tabacaria, foi a nossa “tábua de salvação” para a transposição para a língua de Molière.

Uma das lacunas da nossa iniciativa, foi precisamente a da comunicação com os diversos Blogues que deram a sua adesão antes da publicação do Apelo no passado dia 16. Não obstante termos enviado e-mails e termos colocado avisos nos nossos Blogues, muitos dos Amigos que aderiram, não se aperceberam atempadamente da data em que todos “postaríamos” em simultâneo. Mas, apesar de tudo, creio que valeu a pena todo o empenhamento que pusemos nesta tarefa e a Luta não ficará por aqui.

Nos Blogues, Fraternidade e Traduzir-se, fizemos posteriormente, um pedido aos Amigos blogueiros para que colocassem de modo visível nos seus Blogues um link para o Apelo para a Humanidade, porque a nossa Luta não se resumiu à sua primeira publicação. Esperamos assim aumentar consideravelmente o número de adesões e desse modo, tal como uma bola de neve rolando por uma montanha, que o Apelo chegue a todos os Continentes e ao maior número possível de cidadãos da Humanidade.

Outra lacuna detectada, foi o facto de não termos prevista uma maneira pratica das pessoas subscreverem o documento. Sabemos que existe software apropriado para iniciativas deste tipo, o qual, quando uma pessoa subscreve uma petição, automaticamente os seus dados são adicionados à respectiva Lista. Mas à falta desta ferramenta de trabalho, socorri-me de alguns conhecimentos adquiridos e elaborei um programa de registo de dados e resposta da sua recepção, que alojei no meu servidor pessoal. Penso ter obviado parte desta lacuna, embora o registo de novos subscritores não seja feita de forma automática, mas manualmente. Daqui o meu pedido aos Amigos que estão a ler este texto: Se por acaso conhecem software adequado, como já referido, por favor, ajudem-nos, dando o vosso contributo para solucionarmos esta questão.

Estamos convictos que nasceu uma corrente dinâmica de Esperança e Luta por um Futuro mais digno. Desejamos que os seus elos se multipliquem de modo a prepararmos um amanhã melhor para as gerações vindouras.

Bem Hajam todas as nossas Companheiras e todos os nossos Companheiros de jornada!


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domingo, janeiro 16, 2005

Apelo para a Humanidade

Tivemos a tristeza de ver recentemente o Tsunami, causando uma grande destruição e vitimando um número inconcebível de pessoas em sete países da Ásia. Sabemos que esse tipo de facto é um acontecimento natural, porém havemos de analisar e acrescentar que a intensidade desse tsunami mostra-nos claramente que o desequilíbrio ambiental é, incontestavelmente, potencializador de forças naturais deste porte. Cabe a nós, definitivamente, uma reflexão séria sobre o assunto e buscarmos maneiras mais correctas de lidarmos com o espaço que vivemos, para que não sejamos nós os responsáveis por catástrofes desta natureza.

Nós blogueiros, propomos desde já, unirmo-nos em um alerta para a humanidade, e implantarmos cada um de nós, a nosso modo e em nosso ambiente, medidas práticas de mudanças!

É tempo de se falar abertamente. É tempo de se abordarem as questões em profundidade e não de forma restritiva. É tempo enfim, de se falar a sério sobre a questão ambiental e ecológica. Sobre a humanidade!

E com razão. É que cada vez mais se toma consciência de que o combate pela preservação, não tem fronteiras, não é regionalizável e de que a resposta ou é global ou não será resposta.

As chuvas ácidas, o efeito de estufa, a poluição dos rios e dos mares, a destruição das florestas, não têm azimute nem pátria, nem região. Ou se combatem a nível global ou ninguém se exime dos seus efeitos.

As pessoas ainda respiram. Mas por quanto tempo?

Os desertos ainda deixam que reverdejem alguns espaços estuantes de vida. Mas vão avançando sempre.

Ainda há manchas florestais não decepadas nem ardidas. Mas é cada vez mais grave o deficit florestal.

Ainda há saldos de crude por extrair, de urânio e cobre por desenterrar, de carvão e ferro para alimentar as grandes metalurgias do mundo. Mas à custa de sucessivas reduções de reservas naturais não renováveis.

Na sua singeleza, o caso é este:

Até agora temos assistido a um modelo de desenvolvimento que resolve as suas crises crescendo cada vez mais. Só que quanto mais se consome, mais apelo se faz à delapidação de recursos naturais finitos e não renováveis, o que vale por dizer que não é essa uma solução durável, mas ela mesma finita em si e no tempo que dura. Por outras palavras: é ela mesmo uma solução a prazo.

Significa isto que, ou arrepiamos caminho, ou a vida sobre a terra está condenada a durar apenas o que durar o consumo dos recursos naturais de que depende.

Não nos iludamos. A ciência não contém todas as respostas. Antes é portadora das mais dramáticas apreensões.

O que há de novo e preocupante nos dias de hoje, é um modelo de desenvolvimento meramente crescimentista – pior do que isso, cegamente crescimentista – que gasta o capital finito de preciosos recursos naturais não renováveis, que de relativamente escassos tendem a sê-lo absolutamente. E se podemos continuar a viver sem urânio, sem ferro, sem carvão e sem petróleo, não subsistiremos sem ar e sem água, para não ir além dos exemplos mais frisantes.

Daí a necessidade absoluta de uma resposta global. Tão só esta necessidade de globalização das respostas, dá-nos a real dimensão do problema e a medida das dificuldades das soluções. Lêem-se o Tratado de Roma, O Acto Único Europeu e mais recentemente as conclusões da Conferência de Quioto, do Rio de Janeiro e Joanesburgo, onde ficou bem patente a relutância dos países mais industrializados, particularmente dos Estados Unidos, em aceitar a redução do nível de emissões. Regista-se a falta de empenhamento ecológico e ambiental das comunidades internacionais e dos respectivos governos, que persistem nas teses neoliberais onde uma economia cega desumanizada e sem rosto acabará por nos conduzir para um beco sem saída.

Por outro lado todos temos sido incapazes de uma visão mais ampla e intemporal. Se houver ar puro até ao fim dos nossos dias, quem vier depois que se cuide!... e continuamos alegremente a esbanjar a água do cantil.

Será que o empresário que projectou a fábrica está psicológica ou culturalmente preparado para aceitar sem sofismas nem reservas as conclusões de uma avaliação séria do respectivo impacto ambiental?
Mesmo sem sacrificar os padrões de crescimento perverso a que temos ligados os nossos hábitos, há medidas a tomar que não se tomam, como por exemplo:

  • Levar até ao limite do seu relativo potencial o uso da energia solar e da energia eólica.
  • Levar até ao limite a preferência da energia hidráulica sobre a energia térmica.
  • Regressar à preferência dos adubos orgânicos sobre os adubos químicos.
  • Corrigir o excessivo uso dos pesticidas.
  • Travar enquanto é tempo a fúria do descartável, da embalagem de plástico, dos artigos de intencional duração.
  • Regressar ao domínio do transporte ferroviário sobre o rodoviário.
  • Repensar a dimensão irracional do transporte urbano em geral e do automóvel em particular.
  • Repensar, aliás, a loucura em que se está tornando o próprio fenómeno do urbanismo.
  • Reformular a concepção das cidades e das orlas costeiras


  • Dito de outro modo: a moda política tende a ser, um constante apelo às terapêuticas de crescimento pelo crescimento. È tarde demais para desconhecermos que, quando a produção cresce, as reservas naturais diminuem.

    Há porém um fenómeno que nem sempre se associa ás preocupações da humanidade. Refiro-me à explosão demográfica.

    Com mais ou menos rigor matemático, é sabido que a população cresce em progressão geométrica e os alimentos em progressão aritmética. Assim, em menos de meio século, a população do globo cresceu duas vezes e meia !...
    Nos últimos dez anos, crescemos mil milhões!... Sem grande esforço mental, compreendemos aonde nos levará esta situação.

    Se é de um homem mais sensato e responsável que se precisa, um homem que olhe amorosamente para este belo planeta que recebeu em excelentes condições de conservação e está metodicamente destruindo; de um homem que jure a si mesmo em cadeia com os seus semelhantes, fazer o que for preciso para que o ar permaneça respirável, que a água seja instrumento de vida e dela portadora, e os equilíbrios naturais retomem o ciclo da auto sustentação, empenhemo-nos desde já nessa tarefa, com persistência e determinação.


    Se é a continuação da vida sobre a terra que está em causa, e em segunda linha a qualidade de vida, para quê perder mais tempo?...

    Por isso apelamos a todos quantos se queiram associar a este movimento pela preservação Natureza, pela Paz e pelo desenvolvimento harmonioso da Humanidade, para subscreverem este Apelo.

    Ao fazê-lo estamos a afirmar a nossa cidadania, enquanto pessoas livres, que olham com preocupação o futuro da Humanidade, o futuro dos nossos filhos!



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    quinta-feira, janeiro 13, 2005

    Seis meses na Blogosesfera

    Pois é, minhas queridas Amigas e meus queridos Amigos, cento e oitenta dias de Fraternidade.

    No princípio era o verbo (onde é que eu já ouvi isto?). Não, não é nada disto que eu quero escrever. Vamos lá então recomeçar. Eu já ando nestas coisas de PC’s (não confundir com outras, porque é assunto privado…) há alguns anitos. Mas só em 13 de Julho de 2004 é que decidi criar o meu primeiro Blog, este mesmo, que tu estás a ler. E como pensei, porque existia, como diria o nosso Mestre Descartes, logo nesse dia partilhei o meu primeiro texto. Não gosto de dizer post.

    Comecei com a VALSA NAS BRUMAS. Quatro folhas de A4 que eu integrei meses antes num trabalho para uma Cadeira de Psicologia. Este foi e continua a ser, dos textos mais lidos, ainda que não tenha tido demasiados comentários. Seguiram-se outras prosas e alguns versos. Prosa de intervenção política e social, de reflexão e Poesia.

    O número de Amigos tem vindo a aumentar exponencialmente, o que também se reflecte no número de visitas diárias. Pessoalmente e por enquanto, só conheço dois Blogueiros: a jovem Amiga Filipa do Simplesmente "libertar" emoções e o meu bom Amigo Victor da Oficina das Ideias.

    Espero vir a encontrar o maior número possível de vocês. Até lá vou continuando a privar convosco através da escrita e com alguns, quase diariamente, através do Messenger.

    E foi graças aos meus diálogos no Messenger com uma grande Amiga, a Lualil, do Traduzir-se, que nasceu a ideia de elaborarmos o texto Apelo à Humanidade, a que se juntou de imediato o Amigo Albino do Outra Voz e que foi um dos principais artífices desta mensagem.

    O citado texto, tem recebido vários apoios, principalmente de Portugal e do Brasil. Está já traduzido para inglês e para alemão. Contamos também apresentar a tradução em francês e em castelhano. Ele também já circula para receber apoios pela Alemanha, USA, Reino Unido, etc.

    Não sabemos as reais proporções que a nossa iniciativa virá a tomar. Alguns, embora de forma simpática, classificaram-na de ingénua. Mas entre a ingenuidade e o ficarmos de braços cruzados, preferimos ir à Luta com a nossa ingenuidade, que, quem sabe... poderá ser o começo para outras caminhadas em conjunto de uma forma mais consistente e organizada.

    Sinto-me muito feliz, por, no sexto mês de presença na Blogosesfera, ter partilhado convosco esta iniciativa.

    As minhas saudações Fraternas e o meu reconhecimento para todos vós.



    Pedimos a todos os responsaveis dos Blogs que subscreveram o Apelo à Humanidade, o favor de o colocarem on-line, tal como combinámos, em simultâneo, no proximo Domingo dia 16 de Janeiro.

    Por favor copiem o texto, com os respectivos links, que está no Blog de apoio, Diálogos Fraternos.


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    domingo, janeiro 09, 2005

    Alerta para a Humanidade II

    “Sonho que se sonha só é apenas um sonho, sonho que se sonha junto é realidade”
    D. Hélder Câmara


    © 2004 - Fabiano Dallmeyer

    Meditando mais uma vez sobre a importância que tem essa frase, vê-se mais uma vez a verdade que ela significa. Quando desejamos mudanças, quando desejamos qualquer coisa que seja, faremos acontecer muito facilmente ou com menos dificuldade estes desejos e sonhos se juntos, unidos estivermos. Claro que vivemos em um mundo ainda cheio de injustiças e diferenças sociais, mas se olharmos bem podemos ver o quanto que já conseguimos embora ainda vejamos o que ainda nos falta conquistar. E é nesse sentido, na crença dessa verdade que estamos propondo a nossa união em torno de uma questão ambiental. Já aqui estivemos a falar na possibilidade do recente tsunami na Ásia tenha sido acrescido na sua dimensão em conseqüência de desequilíbrios ambientais. Sabemos que muitas leis, decididas em importantes conferências e coisas do gênero não estão a ser cumpridas e portanto vemos desencadear problemas graves, ambientais e vitimando um número imenso de pessoas. Mais uma vez, queremos lembrar a todos a importância de se levar adiante estes protestos e estas cobranças no sentido de minimizar sofrimentos e mortes e no sentido que tomando consciência da importância de tudo isso, possamos também nós além de cobrarmos medidas mais eficazes aos governos e governantes, mudarmos também nós a nossa maneira de lidarmos com o nosso meio ambiente e de preservarmos a vida humana.

    O texto (em vários idiomas) já está elaborado para a apreciação de todos assim como os nomes dos que já subscrevem este manifesto em links logo abaixo como podem conferir.

    Iremos dentro em breve também avisar o dia exacto para que todos nós publiquemos em nossos blogs o texto, acrescido dos links para os textos noutras línguas bem como o nome de cada um dos que subscrevem este manifesto.

    Não poderíamos deixar de lembrar que esse sonho é apenas um sonho e que certamente em breve será a nossa realidade, uma realidade construída por nós que acreditamos na capacidade que a união tem em fazer as coisas acontecerem. Mudarem para melhor!

    lualil - Traduzir-se - BRASIL
    Fernando B. - Fraternidade - PORTUGAL
    Albino Santos - Outra Voz - PORTUGAL



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    quarta-feira, janeiro 05, 2005

    Alerta para a Humanidade

    As alterações da ordem natural do clima, do sol, a camada de ozono, o efeito estufa têm sido grande potencializador de verdadeiras catástrofes naturais como tivemos a tristeza de ver recentemente na Ásia, a grande destruição que causou o Tsunami. Sabemos que fatos como esse vem aumentando a cada dia que passa, não podemos ficar calados diante disso, a ver apenas os telejornais exibindo horas e horas a fio o sofrimento humano. É preciso mais que isso.

    Precisamos alertar a todos para uma mudança na nossa maneira de tratar a natureza e de lidar com a vida. Propomos a vocês, nossos amigos blogueiros, que temos um canal à nossa disposição, elaborarmos juntos um texto de alerta, na intenção de sensibilizarmos a alguns quanto a uma urgente e necessária mudança na maneira de lidarmos com o meio ambiente, preservando-o, como também de ajudarmos aos que sobreviveram a esta tragédia e que se encontram numa situação bastante difícil.

    Estamos aguardando a resposta de vocês. Um de nós poderá iniciar o texto e andaremos com esse texto a receber contribuições para que numa data combinada postemos todos juntos. Brasil e Portugal já estão unidos nesta intenção, queremos juntar mais países a nós. Portanto, o convite que fazemos é também a todos os nossos amigos, não blogueiros, que estejam junto na mesma sintonia.

    Agradecemos a todos,

    Lualil - Traduzir-se... - BRASIL
    Fernando B. - Fraternidade - PORTUGAL
    Albino Santos - outravoz - PORTUGAL



    Nota. O texto já está a ser elaborado. Quando estiver pronto, será enviado para os Amigos da nossa Lista de Contactos para apreciação.

    Aos outros Amigos, agradecemos que nos contactem para o envio do referido projecto de texto.




    ATENÇÃO: Texto pronto para aprovação. Leia-o e se concordar comunique-nos a sua subscrição. Clique aqui - Apelo à Humanidade


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